Publicado em 27/05/2026 às 10h25 • 2 min de leitura
Atualizado em 08/07/2026 às 20h33 - há 4 semanas
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a definição da bandeira tarifária válida para junho de 2026 será divulgada no dia 29 de maio.
A decisão é aguardada pelos consumidores porque indicará se haverá ou não cobrança extra nas contas de energia elétrica no próximo mês. Atualmente, o país segue com bandeira verde, condição em que não existe acréscimo na tarifa.
O calendário divulgado pela Aneel estabelece as datas oficiais para os anúncios das bandeiras tarifárias ao longo do ano. A cor definida mensalmente indica as condições de geração de energia no país e os custos do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Quando a bandeira permanece verde, não há cobrança adicional. Já as bandeiras amarela e vermelha representam aumento no custo de produção de energia, gerando taxas extras conforme o consumo de cada residência, comércio ou indústria.
Segundo as regras atuais, a bandeira amarela acrescenta R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Na bandeira vermelha patamar 1, o valor sobe para R$ 4,46, enquanto no patamar 2 o acréscimo chega a R$ 7,87 para cada 100 kWh.
As definições levam em consideração estudos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável por avaliar as condições de geração de energia e os custos operacionais do sistema elétrico nacional.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a definição da bandeira tarifária válida para junho de 2026 será divulgada no dia 29 de maio.
A decisão é aguardada pelos consumidores porque indicará se haverá ou não cobrança extra nas contas de energia elétrica no próximo mês. Atualmente, o país segue com bandeira verde, condição em que não existe acréscimo na tarifa.
O calendário divulgado pela Aneel estabelece as datas oficiais para os anúncios das bandeiras tarifárias ao longo do ano. A cor definida mensalmente indica as condições de geração de energia no país e os custos do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Quando a bandeira permanece verde, não há cobrança adicional. Já as bandeiras amarela e vermelha representam aumento no custo de produção de energia, gerando taxas extras conforme o consumo de cada residência, comércio ou indústria.
Segundo as regras atuais, a bandeira amarela acrescenta R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Na bandeira vermelha patamar 1, o valor sobe para R$ 4,46, enquanto no patamar 2 o acréscimo chega a R$ 7,87 para cada 100 kWh.
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